Olha a hora que eu chego em casa. Saudades do Agora? (Ainda) não.
Na firma, a gente trabalha muito. Muitas horas. Mas dá risada o dia inteiro, bota o pé na mesa e faz cafezinho na hora que quer. De grátis. E ganha caixa de chocolate dos chefes na Páscoa.
Não firma, não tem tique-refeição, mas a gente come todo dia na casa dos chefes, arroz com feijão e carne moída e feijoada às quartas, e cigarrinho na espreguiçadeira antes de voltar pro escritório.
Na firma, a gente trabalha até de madrugada, mas pode chegar às 15h no dia que tem vôo mais barato da BRA pra voltar de Brasília.
Na firma não tem requisição: o chefe empresta o carro dele pra ir pra casa.
Na firma a gente todo dia morre de rir (e às vezes tem estremelique) lembrando os causos do jornal, e vai juntando causos da firma pra morrer de rir (sem estremelique) daqui a uns anos.
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