Ainda não consegui decidi se moraria ou não em Brasília. Com 12 anos, eu amava, e odiava São Paulo. Depois inverteu. De uns anos pra cá acho bem possível. Mas me apaixonei por Sâo Paulo e tem coisas ainda muito difíceis de abrir mão. Claro que depende de um emprego legal (tem muitos lá). E talvez não seja muito bacana ser solteiro em Brasília. Covardia comparar a vida social daqui e de lá. Talvez na hora em que isso não seja mais tão importante, i.e., casamento+baby.
Não aceleeeeera!
Os radares com certeza entram na catiguria de coisas irritantes. O eixo monumental tem mais pistas que a Imigrantes, só que o limite é 60 km/h. Quase tive um ataque em pleno sabadão de feriado. Completa que tudo é muito longe, quase que não adianta nada não ter trânsito. Ok, se irritar por não poder dirigir a 100 por hora é bem melhor do que se irritar por ficar um hora parado. Ainda correndo o risco de ser assaltado.
Forasteiro
Como saí de Brasília aos 12, sou um perdido lá. Acho que errei o caminho 90% das vezes. Surreal, portanto, o fato de, na única vez em que andei a pé na rua, para um carro de Juiz de Fora e pergunta (o motorista, não o carro) exatamente a única coisa que eu sabia: "o Metropolitan Flat, onde fica?". Parecia um local dando informações detalhadas.
Room with a view
O tal Metropolitan fica, claro, fica no Setor Hoteleiro Norte. O bacana é que não tem nada entre ele e a esplanada dos ministérios, só o Conjunto Nacional, um shopping bem baixinho. No elevador panorâmico, a esplanada vai surgindo, o congresso atrás, depois a linda ponte JK no fundo. Era quando chegava no 12º que eu pensava com mais certeza: "essa cidade é linda, quero morar aqui". Na hora de procurar uma farmácia aberta ou um lugar pra jantar, e tinha que dirigir meia hora pra cada um, pensava um pouco diferente.
$$$
Pelo menos o fluxo turístico lá é ao contrário, como em SP: hotéis e vôos mais baratos nos finais de semanas e feriados. E a BRA, está decidido, é a nova (ou única) discount airline do país. O avião é velho e apertado (pessoas maiores que 1,75 m deveriam assinar um contrato eximindo a BRA de responsabilidade por lesões causadas pela distância da poltrona da frente, pobre do moço que foi do meu lado). O povo é feio e os horários, além de meio esdrúxulos, mudam no dia anterior. Mas custa a METADE do preço (ou menos). Não dá pra competir com isso.
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